Segundo Vivian, o melhor caminho para se identificarem produtos e serviços começa com visitas técnicas – conhecer o que os outros estão fazendo. Além disso, é importante avaliar a concorrência, acompanhar o mercado e sua oferta de produtos novos, além de realizar pesquisas de satisfação. Ela comentou que, para as entidades, “produto ou serviço é toda atividade ou bem, com ou sem contrapartida financeira, fornecido pela entidade sindical, que não constitui a essência da representação sindical”.
Durante o encontro, os sindicatos fizeram uma avaliação e pontuação de produtos e serviços já difundidos, bem como trocaram informações sobre novas ofertas. Na sequência, Nicoletti fez algumas considerações sobre a matriz de planejamento e também sobre análise de mercado por meio da matriz BCG. “Precisamos de uma equipe bem-treinada, com boa estrutura física para que o sindicato seja percebido positivamente por um associado. Precisamos fazer diferença para que o empresário nos procure”, avaliou.
O assessor da CNC ainda tratou sobre alguns dos principais riscos enfrentados pelo meio sindical: cancelamento do fornecedor, inadimplência e a falta de suporte. “São riscos que precisam ser prevenidos e mitigados”, alertou. No final da tarde, a gerente de Administrativo e Financeiro da Federação, Neusa Machado, e o coordenador de Planejamento da Fecomércio-RS, Anderson Bohrer, apresentaram a matriz de produtos e mercados, uma ferramenta que auxiliará os sindicatos, de forma bastante funcional, a levantar as necessidades dos clientes. São Borja esteve representada no encontro pelo presidente do Sindilojas, Ibrahim Mahmud, que também é vice-presidente da Fecomércio, e pelo seu gerente Lúcio Bender.
Foto: Luis Batistela, Vivian Cunha, Ibrahim Mahmud, Luiz Carlos Queiroz, Miguel Nicoletti e Lúcio Bender

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