Rádios

Escutar Radio Fronteira FM Escutar Radio Cultura AM Escutar Radio Gaúcha

Clima

Executivo estuda solução para projeto do novo plano de carreira do magistério municipal

Hits smaller text tool iconmedium text tool iconlarger text tool icon
Após audiência pública realizada dia 3 de outubro, na Câmara de Vereadores, o Poder Executivo ainda estuda uma solução para o novo Plano de Carreira do magistério municipal de São Borja. Depois de muitas discussões, a matéria de origem da Prefeitura foi retirada da Câmara a pedido da secretária municipal de Educação, Ana Cláudia Gattiboni Dutra, para possíveis ajustes, mas ainda não há informação se será elaborado novo projeto ou apenas incluído o piso nacional no plano em vigor. O mais certo é de que o Palácio João Goulart estuda alternativa para o impasse visto que tem intenção de incluir logo o piso nacional para a categoria
O vereador Jeovane Contreira (PPS), que é líder do governo na Câmara, disse que os professores não concordaram com a proposta que havia sido enviada ao Legislativo e por isso foi retirada. Contreira informou ainda que não há prazo para que seja enviada nova proposta para exame dos vereadores, acreditando que o Poder Executivo encontrará solução mais favorável para os professores municipais.
Representantes dos professores são a favor da manutenção do Plano de Carreira que está em vigor apenas necessitando do acréscimo do piso nacional. Os dirigentes do Sindicato dos Municipários de São Borja têm criticado a ação do Executivo com relação ao assunto que, para eles, já deveria ter sido resolvido com os professores recebendo o piso que atualmente é de R$ 1.187,00.
Enquanto isso o Ministério do Planejamento, em Brasília, informou que o piso nacional do magistério terá reajuste de 16,68% em 2012. Com isso, o valor irá para R$ 1.384.00.
VEREADOR VALÉRIO APOSTA EM SOLUÇÃO NEGOCIADA
Na manhã desta sexta-feira, dia 14, o vereador Valério Cassafuz (PDT) que presidiu a audiência pública do dia 3 e que também já foi secretário de Educação, aposta numa solução negociada para o projeto do novo plano. Cassafuz entende que a implantação simples do piso nacional dos professores é inviável financeiramente à Prefeitura e por esta razão há necessidade de novos estudos. Acredito que uma comissão possa ser formada para elaboração de novo projeto que contemple os anseios do magistério municipal, já que o projeto enviado pelo Executivo foi rejeitado por nós vereadores e pela categoria, afirmou ele.
 


 

Banner