Embora recém a passagem de turistas argentinos esteja começando pela Ponte da Integração São Borja/Santo Tomé, os primeiros números aprontam para redução do fluxo nesta temporada em relação ao veraneio de 2010/2011. Segundo dados divulgados pela Delegação de Controle da ponte – Delcon e Gendarmeria Nacional argentina indicando que, entre 15 de dezembro e até 8 de janeiro, 18.408 turistas atravessaram a fronteira no sentido Argentina/Brasil e com destino ao Litoral gaúcho ou catarinense. Este movimento, conforme as mesmas fontes, é 4,9% menor que na temporada anterior no mesmo período.
Em relação a veículos de turistas foi registrada a passagem de 4.735 no período até 8 de janeiro, contra os 5.524 da temporada 2010/2011. Os dados, neste caso, são da Mercovia, a empresa concessionária para os serviços da ponte internacional. SENTIDO INVERSO
Também no sentido inverso, Brasil/Argentina, houve redução no fluxo de turistas. Passaram por aqui 4.529 turistas entre 15 de dezembro e 8 de janeiro, contra 5.275 no mesmo período do veraneio anterior, o que significa uma retração de 16,47%. O número de veículos do Brasil para a Argentina caiu de 1.808 em 2010/2011 para 1.581 em 2011/2012, registrando retração de 14,23%.
A previsão de novo incremento no fluxo de turistas é a partir deste final de semana, quando termina a primeira quinzena de janeiro. Argentinos que entram no Brasil por São Borja procedem especialmente das províncias de Corrientes, Misiones e Entre-Rios e se dirigem às praias do Litoral Sul do Brasil.
CENTRO DE FRONTEIRA PREPARADO
O Centro Unificado de Fronteira na Ponte da Integração mantém alguns serviços especiais para receber os veranistas. Entre eles são serviços de lanchonete, restaurante e internet, além de estacionado facilitado. Já uma equipe da secretaria estadual de Turismo foi reforçada para orientações aos visitantes. Também as polícias brasileira e argentina ampliam seus efetivos para atuação na temporada de veraneio. Na área de fiscalização sanitária, está proibida a entrada de produtos animais ou derivados.
Foto: Arquivo FSB
Em anos anteriores movimento foi maior

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